NBR 13698: a norma técnica da sua máscara PFF2

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NBR 13698: a norma técnica da sua máscara PFF2

Que os Equipamentos de Proteção Individual são regulamentados por Normas você já sabe, mas será que você conhece a NBR 13698? Ela é a legislação responsável por garantir que a sua máscara semifacial filtrante seja projetada para garantir a segurança da sua equipe.

Vale lembrar que o uso de qualquer EPI precisa ser realizado dentro das recomendações legais e com as máscaras PFF2 isso não seria diferente!

Como todo e qualquer EPI, o respirador PFF é um produto destinado ao uso pessoal dos trabalhadores, a fim de prevenir riscos que possam ameaçar sua segurança e saúde. Tais equipamentos devem ser utilizados somente se medidas não puderem ser tomadas para eliminar os riscos ambientais das atividades realizadas, ou seja, quando as medidas de proteção coletiva não são viáveis, eficazes ou suficientes para mitigar os riscos.

Assim, a proteção respiratória é uma das medidas de segurança necessárias para criar uma barreira protetora para os trabalhadores, reduzindo a exposição da pele e mucosas a fatores de risco de qualquer natureza. Portanto, é um equipamento que deve ser fabricado de acordo com as normas técnicas.

O que diz a NBR 13698?

A legislação brasileira define como máscara PFF a peça semifacial constituída parcial ou totalmente de material filtrante que cobre o nariz, a boca e o queixo.

De acordo com o nível de penetração, as máscaras PFF podem ser classificadas em PFF1, PFF2 e PFF3. Esses EPIs também se classificam de acordo com a sua capacidade de retenção de partículas sólidas e líquidas à base de água:

  • Sendo S para resíduos à base d’água, aprovadas no ensaio com aerossol de cloreto de sódio;
  • E SL para resíduos à base de óleo, aprovadas nos ensaios com aerossol de cloreto de sódio e de óleo de parafina ou de dioctilftalato.

Materiais usados na fabricação

De acordo com a NBR 13698, a máscara PFF deve ser feita de material que suporte o manuseio e uso durante o período para o qual foi projetado.

É preciso ter cuidado com materiais causadores de irritação ou efeitos adversos à saúde em contato com a pele. Assim, o acabamento de qualquer parte da PFF que possa entrar em contato com o usuário deve estar livre de rebarbas ou cantos vivos, além de passar por inspeção visual.

Resistência

Para garantir a segurança dos usuários, as PFF não podem apresentar defeitos mecânicos e devem satisfazer os requisitos de penetração através do filtro, vazamento e tração da válvula de exalação.

O ensaio de condicionamento de vibração simula impactos que a PFF possa vir a sofrer em situações de transporte e manuseio.

Também é importante que as PFF sejam submetidas ao condicionamento térmico, a fim de não colapsar durante seu uso. Assim, após o condicionamento térmico, as PFF não podem apresentar sinais de danos que comprometam seu desempenho, como rasgos e deformações, e devem satisfazer os requisitos de inflamabilidade e resistência à respiração.

Embalagem

Todas as máscaras PFF devem conter as seguintes marcações:

a) identificação da classe da PFF (PFF1, PFF2 ou PFF3), seguida das siglas (SL) ou (S) de acordo com a sua capacidade de resistência ou não ao aerossol oleoso;

b) identificação do fabricante;

c) lote de fabricação;

d) data de fabricação e prazo de validade;

e) condições de armazenamento.

Como escolher a PFF ideal?

Quando o assunto é a segurança da sua equipe, opte por empresas que tenham credibilidade e qualidade comprovadas por anos de atuação no mercado, como as máscaras PFF2 da SUPREMA AIR

Com Certificado de Aprovação e selo do Inmetro, as máscaras PFF2 da SUPREMA AIR seguem todos os protocolos estabelecidos pela NBR 13698. Saiba mais sobre os nossos EPIs conversando com o nosso comercial.

Estamos à disposição.

Abraços.

Pedro Bezerra

SUPREMA AIR | EPIs para Proteção Respiratória

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4 respostas

  1. A utilização da PFF2 N95, é fundamental para a proteção da saúde do colaborador, é tambem responsável pela integridade fisica dos nossos colaboradores
    na Unidade Lacen MT/SES MT, onde tem-se contato com microorganismos biológicos em torno de 0,3 Micron, e que são altamente contagiosos por aspersão.

    Eng. Artenio Pompeo de Campos
    Eng. Seg. do Trabalho/Biossegurança do Laboratório.- Cuiabá MT

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